segunda-feira, 29 de maio de 2017

O quero eu mais quero: APROVAÇÃO ou SAÚDE?


Texto original: Júci de Paula


Quando resolvemos mudar hábitos alimentares em prol da nossa saúde podem surgir algumas situações com as quais talvez não estejamos tão preparados para lidar. Elas acontecem na família, no trabalho, numa mesa com conhecidos e vão desde críticas sutis a isolamento e, às vezes, a ter que escolher entre comer o que há na mesa, para “não fazer desfeita”, e/ou manter-se firme na sua decisão e aguentar questionamentos não muito agradáveis. Vivemos em sociedade, somos indivíduos interagindo em diferentes círculos de influências, influenciando e sendo influenciados, aprovando, desaprovando, sofrendo aprovação, desaprovação, o tempo todo, é natural usar referências externas e esperar uma interação, um retorno positivo por parte destas “referências, isto é parte do que nos define como humanos. Quem sou EU, sem os outros para me ajudar a ME definir? Onde realmente começa a JÚCI, na melhor versão dela, SEM a influência de outros? Pois é: NÃO SEI. Mas aprendi que quando o resultado da decisão que eu tomar se mostra no MEU CORPO, opa, ESTE é o MEU limite. Como defini-lo? O truque está em observar-se e notar aquelas ações que executamos, consciente ou inconsciente, SOMENTE para obter esta aprovação, aceitação alheia. É NELAS que mora o perigo, o “ah, não faz esta desfeita... Come, só um pouquinho não faz mal”, o “nunca vi! Até ontem, tava aí, comendo de tudo, agora vem com esta história de que não pode...”, vê, são pressões de pessoas que NÃO estão na SUA pele para sentir o que VOCÊ sente quando come tal alimento, mas a opinião, o selo de aprovação delas continua tendo um certo poder sobre o SEU corpo, sobre aquilo que deveria ser SUA decisão.


Exames laboratoriais em Low Carb - Parte 2 - Insulina em jejum

Low-carb Lab Testing – Part 2 – Fasting Insulin Test
by Amy Berger

Esta é a segunda parte de uma série de artigos que exploram os exames laboratoriais pertinentes para as pessoas que seguem dietas de baixo teor de carboidratos [low carb] e como uma perspectiva ligeiramente diferente é necessária ao interpretar os resultados comparados com os resultados de pessoas que seguem dietas ricas em carboidratos.
No post anterior desta série, analisamos três medidas relacionadas à glicemia: glicemia em jejum, hemoglobina A1c e frutosamina. Partimos dizendo que, embora estes sejam importantes de serem monitorados regularmente, eles oferecem uma visão limitada de um sistema de controle metabólico muito maior. A glicemia, a hemoglobina A1c (HbA1c) e a frutosamina indicam apenas o que está acontecendo com a glicemia. Eles não revelam nada sobre a insulina, que vamos explorar neste post.
Conhecer seus números é um passo importante para quem quer transformar sua saúde. (...)

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Exames laboratoriais em Low Carb - Parte 1 - Testes de glicemia

Low-carb Lab Testing – Part 1 – Blood Sugar Tests
by Amy Berger

Bem-vindo à parte 1 da nossa série sobre exames laboratoriais com dietas de baixo carboidrato [low carb], onde examinaremos as opções comuns de teste de glicose sanguínea e como interpretar e acompanhar os resultados. Nesses posts vamos cavar os exames laboratoriais mais comuns que você vai encontrar em sua viagem low carb. Nosso objetivo é educá-lo sobre o que esses exames significam para que você possa estar melhor informado na medida em que trabalha para otimizar sua saúde. Neste primeiro post, analisamos três testes que podem ser usados ​​para monitorar seus níveis de glicose no sangue. Nas postagens subsequentes, mudaremos o foco para insulina, lipídios, tireóide e outros marcadores que são importantes que os pacientes compreendam.
(...)

Rumo à cura

Towards a Cure – T2D35
by Jason Fung

Respostas de Proteção
Estima-se que mais de 50% dos adultos americanos tenham pré diabetes ou diabetes. Os ciclos gêmeos (hepático e pancreático) não são simplesmente erros metabólicos raros que levam à doença. Essas respostas são quase universais porque servem como mecanismos de proteção.
Proteção? Eu quase posso ouvi-lo ofegar. A resistência à insulina e a disfunção das células beta são protetoras? Sim. Absolutamente. Do que elas nos protegem? O próprio nome dá a pista. A resistência à insulina protege o fígado de muita insulina. Nosso corpo está resistindo a insulina excessiva, que é prejudicial.

sábado, 20 de maio de 2017

Sem Glúten X Sem Grãos

Texto original AQUI. Tradução e Adaptação: Júci de Paula.
Todos nós ouvimos falar sobre comer sem glúten. Isso é necessário? É a “última moda” em dieta? É para todos? E os grãos integrais saudáveis? E o que há de errado com o glúten de qualquer maneira? Porque, com certeza, estamos comendo pão há milhares de anos, certo?
O LIXO SEM GLÚTEN AINDA É LIXO
ENTÃO O QUE É O GLÚTEN?
Glúten é uma das proteínas encontradas no trigo, cevada, centeio e triticale. Ele também pode ser encontrado em maquiagem, medicamentos, doces, sorvetes, molhos, tintas, protetores solares e até mesmo batom. Muitas pessoas têm de evitar o glúten, porque eles têm doença de Crohn, são celíacos ou sofrem de síndrome do intestino irritável. Estas são condições em que o glúten ingerido inflama o intestino. Os sintomas incluem dor, desconforto, inchaço, erupções cutâneas, perda de peso, cólicas no estômago, diarreia e / ou constipação.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Pâncreas gorduroso

Fatty Pancreas – T2D34
by Jason Fung

Pâncreas gorduroso
O frade e filósofo inglês William de Ockham (1287-1347) recebeu o crédito do desenvolvimento do princípio de solução de problema fundamental conhecido como lex parsimoniae ou navalha de Occam. Este princípio sustenta que a hipótese com o menor número de suposições é na maioria das vezes correta. A explicação mais simples é geralmente a mais correta.
Albert Einstein é citado como dizendo “Tudo deve ser feito tão simples quanto possível, mas não mais simples.” Com isso em mente, vamos lembrar que o diabetes tipo 2 reflete dois problemas fundamentais:
1.      Resistência à insulina
2.      Disfunção de células beta
A resistência à insulina, um fenômeno de transbordamento, é causada pela infiltração de gordura no fígado e nos músculos. Sem intervenção dietética, o defeito #2 quase sempre segue #1, embora por muitos anos. Além disso, #2 é quase nunca é encontrado sem #1.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

História Natural da Fase 2

Natural History Phase 2 – T2D 33
by Jason Fung

O Diabetes tipo 2 na verdade acontece em duas fases. A primeira fase, que dura aproximadamente 10 a 15 anos, mostra um lento aumento da resistência à insulina. No entanto, o corpo compensa aumentando os níveis de insulina. Isso mantém a glicose no sangue relativamente normal.
Mas algo de repente muda após aproximadamente uma década de aumento da resistência à insulina. A hiperinsulinemia não pode mais acompanhar o ritmo da resistência à insulina. As células beta pancreáticas, responsáveis ​​pela produção de insulina, não conseguem acompanhar. Como este mecanismo compensatório falha, a glicose no sangue aumenta rapidamente. Leva apenas dois anos ou algo assim antes do diabetes tipo 2 pleno ser diagnosticado.
A produção de células beta atinge o pico e, eventualmente, começa a cair. O declínio progressivo na produção de insulina é muitas vezes chamado de disfunção das células beta ou, por vezes, esgotamento pancreático. Mas o que causou este esgotamento?

domingo, 7 de maio de 2017

NHS desperdiça dezenas de milhares por ano em droga "maravilha"

NHS wasting tens of thousands a year on ‘wonder’ drug for stroke and heart attacks which does not work, experts claim
By Henry Bodkin and Justin Stoneman
Publicado em 6 de maio de 2017


Uma nova droga para o colesterol “extremamente cara” não melhora as chances de sobrevivência no geral para pacientes com doença cardíaca e deve ser retirada de uso, disseram os especialistas.
Uma coalizão de médicos na noite passada pediu que os pacientes sejam informados de que o evolocumab, que foi saudado como “revolucionário”e “melhor do que as estatinas, não faz nada para evitar ataques cardíacos e derrames.