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quinta-feira, 30 de março de 2017

Escolha seus carboidratos corretamente

Play yours carbs right
by Kara Dolman

Três leitores da Sun fizeram testes para descobrir quais carboidratos podem comer com segurança e quais devem ser evitados
Descobrir nossos níveis individuais de glicose sanguínea depois de comer determinados carboidratos pode ser o segredo para ficar magro

Você gostaria de poder encher a barriga com massas, arroz e batatas e ainda ficar magro e bonito?
De acordo com um novo livro, você pode - mas o segredo para comer bem está em seu DNA.


 Três leitores da Sun fizeram um teste para descobrir quais carboidratos podem comer sem engordar

Wired To Eat, pelo bioquímico americano que virou guru de saúde Robb Wolf, alega que cortar carboidratos NÃO é necessariamente a chave para perder peso.
Ele argumenta que a pesquisa descobriu que todos nós respondemos de forma diferente aos nossos alimentos favoritos indigestos.
Enquanto uma pessoa pode engordar ‘toneladas’ se comer sanduíches de pão branco e espaguete bolonhesa, outras pessoas podem se entupir de massas sem aumentar uma grama. 
A chave é descobrir que quais carboidratos nos impede de comer mais

Robb, de 45 anos, que também escreveu o best-seller do The New York Times, The Paleo Solution, disse ao The Sun: “Em termos gerais, uma dieta de baixo teor de carboidratos será sempre vista positivamente, mas a abordagem ‘tamanho único’ é limitada.
“Algumas pessoas - como eu - simplesmente não podem comer carboidratos sem ter um pico de nível de glicose no sangue.”
Robb acredita que ao descobrir nossos níveis individuais depois de comer determinados carboidratos, podemos descobrir o segredo para ficar magro.
Se eles [níveis de glicose no sangue] ficarem muito altos, nós não só experimentamos uma desconfortável espécie de “coma” de carboidrato, mas rapidamente sentiremos fome novamente.
A chave para evitar isso é saber quais carboidratos não nos farão querer comer mais e mais.
O livro explica que algumas pessoas lidam melhor com certos carboidratos do que outros.

Wired To Eat explica como algumas pessoas podem comer mais carboidratos do que outras sem aumentar de peso

Robb diz: “Algumas pessoas podem comer sorvete e biscoitos, enquanto outras não podem. Não há carboidratos bons ou carboidratos ruins - tudo depende da pessoa que os está comendo.”
“Nós ainda não sabemos ao certo por que isso é, mas acho que deve ser ter algo a ver com a forma como a nossa genética individual trabalha com nossas bactérias intestinais.”
É fácil descobrir quais tipos de carboidratos comer - você simplesmente precisa rastrear nossos próprios níveis de glicose no sangue.
Aqui, pedimos a três leitores para fazer exatamente isso... Com resultados surpreendentes.

O TESTE
Por mais de uma semana nossos participantes comeram um tipo diferente de carboidrato todos os dias no café-da-manhã.
Duas horas depois, eles mediram seus níveis de glicose no sangue usando um monitor básico, disponível na maioria das farmácias, e mantiveram um diário dos resultados. 
Acompanhar seus níveis de glicose no sangue depois de comer diferentes carboidratos pode ser o segredo para ficar magro

Os níveis de açúcar no sangue são medidos em milimoles de glicose por litro (mmol/l) [aqui no texto traduzido a tabela já aparece com os valores em mg/dL] e os nossos níveis variam durante o dia, dependendo de quão bem nosso corpo processa determinados alimentos.
Se a leitura dos participantes estivesse entre 4,4 e 6,4 mmol/l [79 e 115 mg/dL], significa que eles tiveram uma reação normal e poderiam comer o carboidrato em questão.
Se o resultado fosse maior, indicava que o carboidrato deveria ser evitado.
Os participantes também foram autorizados a beber café preto, chá ou água junto com cada refeição de teste, desde que eles tomassem a mesma coisa todas as manhãs, para manter suas leituras precisas.

AQUI ESTÁ A CIÊNCIA
Em 2015, o Instituto Weizmann, em Israel, estudou como 800 pessoas diferentes digeriam carboidratos e descobriu que bactérias intestinais desempenham um papel importante.

Robb Wolf, autor de Wired to Eat, explica como o teste funciona em seu novo livro

Enquanto alguns viram aumentos extremos nos níveis de glicose sanguínea depois de comer uma banana ou biscoito, outros experimentaram o oposto.
Robb Wolf diz: “Minha esposa pode comer três vezes mais carboidratos do que eu posso, apesar de pesar pelo menos 12 kg a menos.”
“Apenas uma pequena tigela de arroz branco leva minha glicemia para níveis diabéticos.”



Veja o teste detalhado explicado no livro de Robb Wolf aqui: http://resistencia-insulina.blogspot.com.br/2017/04/o-plano-de-teste-de-7-dias-de.html


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4 comentários:

  1. Olá, gostaria de saber se esse aparelho citado no livro é o mesmo que medimos a glicose em jejum, com o furo no dedo e a fita. Grata!

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  2. A pergunta é porque nossa insulina continua alta? Nas pessoas normais o açúcar volta para normal assim como a gente, mais para quem tem resistência a insulina a, a insulina fabrica mais ela não se abaixa.

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    Respostas
    1. A insulina é o hormônio que ajuda a glicose a "entrar" nas células. Então, depois de uma refeição, a insulina retira a glicose da corrente sanguínea e leva para dentro das células, fazendo com o nível de glicose volte ao normal (essa é uma explicação simplista, ok?)
      Nas pessoas metabolicamente saudáveis, uma pequena quantidade de insulina consegue fazer esse trabalho. Mas quando a pessoa fica "resistente à insulina", o corpo precisará produzir cada vez mais insulina para fazer o mesmo trabalho.
      Tem vários textos aqui no blog que explicam esse mecanismo. Sugiro a leitura deste: http://www.resistencia-insulina.com.br/2017/02/resistencia-insulina-explicada-por.html

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