sexta-feira, 23 de junho de 2017

Protein Sparing Modified Fast (PSMF)

NUTRITIOUS PROTEIN SPARING MODIFIED FAST DIET FOODS
by Marty Kendall


O Protein Sparing Modified Fast (PSMF) [a tradução livre seria algo como “jejum modificado que preserva a proteína”] é considerado por muitos como a maneira mais eficaz de perder gordura, evitando a perda de massa muscular magra e o rebote de compulsão alimentar devido a deficiências nutricionais.
Desenvolvido pela primeira vez na década de 1970, o PSMF viu várias mudanças nas clínicas de perda de peso e na comunidade body building.
Embora os detalhes variem dependendo do contexto, um PSMF é uma dieta restrita de energia com proteína adequada, enquanto restringe os carboidratos e a gordura.
Tecnicamente, o PSMF será uma dieta cetogênica porque uma quantidade significativa de gordura corporal será queimada devido à ingestão de energia restrita.
Proteína adequada é proporcionada para evitar a perda de massa muscular magra. Os suplementos são frequentemente utilizados para prevenir deficiências nutricionais.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Exames laboratoriais em Low Carb - Parte 5 - Tireoide

Low-carb Lab Testing — Part 5 — Thyroid Panel
by Amy Berger

Obs.: O post número 4 não foi traduzido porque é bastante específico para a realidade de outros países, como os Estados Unidos. Trata de orientações para que a pessoa solicite seus próprios exames laboratoriais.
Para quem tiver interesse, post nr. 4 original aqui: https://www.headsuphealth.com/blog/self-tracking/diy-lab-tests/

A função da tireoide é um tópico muito discutido no mundo de baixo teor de carboidratos. Embora a maioria das pessoas geralmente experimente perda de gordura, melhores níveis de energia e maior vitalidade geral em uma dieta de baixo carboidratos, em alguns indivíduos, as medidas dos hormônios relacionados à tireoide sugerem que uma ingestão baixa de carboidratos pode ter efeitos adversos sobre a glândula tireoide. É possível que uma maneira de comer que tenha benefícios tão maravilhosos para o corpo pode ser prejudicial para a tireoide?
Esta é a quinta parte de uma série explorando testes de laboratório para pessoas que seguem dietas com baixo teor de carboidratos. Devido aos efeitos de um estilo de alimentação low carb ou cetogênica no metabolismo geral, interpretar determinados exames laboratoriais requer uma perspectiva ligeiramente diferente em comparação com os resultados de pessoas que seguem dietas de alto carboidrato.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

De dietas de baixo teor de gordura e alto teor de carboidratos a Resistência à insulina, Fígado Gorduroso e Doença Cardíaca

From Low-Fat, High-Carb to Insulin Resistance, Fatty Liver, and Heart Disease
by Axel F. Sigurdsson MD

Recentemente, fiz um debate em uma reunião com colegas, a maioria cardiologistas e endocrinologistas, onde eu, entre outras coisas, discuti o status atual da hipótese dieta-coração e a possível relação entre nosso medo de gorduras alimentares e a epidemia de obesidade.
Após a reunião, um colega meu mais velho, velho amigo e mentor que eu respeito profundamente, se aproximou e me criticou por vários pontos que eu apresentei durante a meu discurso.
Ele disse que a mortalidade por doença cardíaca caiu drasticamente nos últimos 30-40 anos, principalmente porque conseguimos reduzir o colesterol no sangue, fazendo mudanças em nossa dieta. Ele estava bravo comigo por ter perguntado se a nossa ênfase nos produtos alimentares com baixo teor de gordura poderia nos levar a uma epidemia de obesidade, síndrome metabólica e diabetes.

terça-feira, 13 de junho de 2017

O estado alimentado e o jejum

The Fed and the Fasted State
by Jason Fung

Para entender como o corpo ganha e perde peso, você deve entender como ele usa energia. O corpo realmente só existe em um dos dois estados - o estado alimentado e em jejum. Quando comemos, o hormônio insulina aumenta e a insulina é liberada. Nesse momento todos os alimentos estimulam a liberação de diferentes quantidades de insulina, mas poucos alimentos, exceto a gordura pura, não causam liberação de insulina. A insulina é de fato um tipo de sensor de nutrientes. Percebe a ingestão de alimentos contendo carboidratos e proteínas. Os alimentos refinados, particularmente os carboidratos, causam a maior liberação de insulina.
Nossos corpos precisam de uma fonte contínua de energia para o funcionamento do metabolismo básico - mantendo o coração bombeando sangue, o fígado e os rins fazendo a desintoxicação, o pulmão sugando ar, função cerebral, etc. Obviamente, precisamos de uma fonte de energia para todo esse trabalho e deve ser continuamente acessível. Uma vez que não comemos alimentos o tempo todo, temos um sistema de armazenamento de energia alimentar (no fígado e na forma de gordura corporal) para os momentos em que não estamos comendo.
O principal erro que as pessoas cometem é acreditar que a perda de peso é um sistema de um compartimento simples. Ou seja, as pessoas pensam que todas as calorias entram em um único compartimento e são retiradas do mesmo compartimento.

Descobri que tenho resistência à insulina. E agora? O que eu faço?

Texto original de Lissandra Bischoff

“Descobri que tenho resistência à insulina. E agora? O que eu faço?”
Eu também já passei por isso e trilhei alguns caminhos tortuosos até chegar aqui.
Obs.: Se você ainda não sabe se tem resistência à insulina, leia aqui: http://www.resistencia-insulina.com.br/2016/07/como-saber-se-eu-tenho-resistencia.html

quarta-feira, 7 de junho de 2017

3 formas de regular a insulina que não têm nada a ver com comida

3 Ways to Regulate Insulin That Have Nothing to Do with Food
by Mark Sisson/ Dra. Sarah Ballantyne

O post convidado de hoje foi produzido por uma grande amiga do Mark’s Daily Apple, Dra. Sarah Ballantyne, PhD, ou como você talvez a conheça – The Paleo Mom.
A regulação dos níveis de glicose no sangue é uma característica fundamental de qualquer dieta que promova a saúde [15, 20]. Níveis elevados de glicose no sangue depois de comer são um grande estímulo para as espécies reativas de oxigênio (ERO), que são moléculas quimicamente reativas que têm papéis importantes na sinalização celular (a comunicação complexa entre células e dentro das células) e na homeostase (manutenção de um ambiente estável dentro e fora da célula). Mas as ERO também são sinais potentes de inflamação e estimulam a produção de citocinas pró inflamatórias (mensageiros químicos) e também prejudicam células e tecidos. Como resultado, níveis crônicos de glicose no sangue podem causar sérios danos em todo o corpo, inclusive para vasos sanguíneos e órgãos vitais. É por isso que o diabetes (hiperglicemia crônica) está associado a maior risco de AVC, doenças cardiovasculares, problemas de visão, doenças renais e danos nos nervos.

Exames laboratoriais em Low Carb - Parte 3 - HOMA-IR

Low-carb Lab Testing – Part 3 – HOMA-IR
by Amy Berger

Esta é a terceira parte de uma série de artigos que exploram testes laboratoriais para pessoas que seguem dietas com baixo teor de carboidratos e como essa forma de comer exige uma perspectiva ligeiramente diferente para interpretar os resultados em comparação com os resultados de pessoas que comem mais carboidratos.

Na parte 1, cobrimos testes de glicose no sangue (glicemia em jejum, hemoglobina glicada - HbA1c e frutosamina). Na parte 2, exploramos a insulina em jejum, o teste mais importante que a maioria dos médicos não está solicitando. Tomados em conjunto, estes explicam porque a glicemia em jejum e a hemoglobina A1c nas faixas “normais” nem sempre significam que a pessoa está bem em termos de sensibilidade à insulina e glicoregulação saudável. (Rota de colisão: para muitas pessoas, a insulina perigosamente alta é a única coisa que mantém os níveis de glicose em uma faixa saudável).
Ao longo desta série, enfatizamos que a saúde não pode ser determinada por uma única medida isoladamente. É um mosaico, formado por muitas partes individuais que são melhor avaliadas como um todo. Com isso em mente, vamos cavar um pouco mais fundo na relação entre glicose e insulina.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Doce, branco e mortal

Texto original de: Aline Rodrigues Teixeira

Todos os dias percebo que o senso comum acredita piamente que o açúcar é a principal fonte de energia do corpo humano. Quanto mais você come, mais energia você terá seguindo a mensagem nas propagandas de certos produtos de prateleira (Energia que dá gosto)...
A cada dia que passa a indústria alimentícia se esforça mais para encucar na cabeça da “massa” que os doces são nossa principal fonte de prazer, quando na verdade, está tornando a grande “massa” compulsiva (tendo comportamento de dependentes químicos). Isso tudo ainda vem reproduzido no discurso pseudocientífico dominante.
A grande mídia e a maioria dos profissionais da saúde ainda enxergam a “diabesidade” como um problema que afeta somente alguns indivíduos de pouca sorte genética, mesmo com tantas evidências se exibindo bem na sua frente, mostrando que em quase todas as famílias brasileiras já existe diabesidade.
Não é mais “normal” observarmos pessoas magras andando por lugares públicos. Mesmo no meio das crianças, a diabesidade vem chegando com força, com o estímulo dos pais, que ainda acreditam que para ser feliz é necessário consumir muitas balas, bombons e pirulitos (no mínimo).

Glicotoxicidade e Diabetes Dupla

Glicotoxicity and Double Diabetes- T2D 36
by Jason Fung
Tradução: André Marcanth

O paradigma da glicototoxicidade

Pelo tempo que eu tenho praticado medicina, o mantra de excelente cuidado diabético foi o controle rigoroso da glicemia. Todas as associações de diabetes, professores universitários, endocrinologistas e educadores diabéticos concordaram. A diretriz principal era “Faça essa glicose baixar para a faixa normal, a todo custo, soldado!” A única resposta aceitável era: “Sim, Senhor!” A insubordinação não era tolerada.
À primeira vista, baixar a glicemia como principal alvo terapêutico parecia bastante lógico. A premissa básica supõe que a glicemia elevada é a principal causa de morbidade. Mas lembre-se que a glicemia elevada é apenas o sintoma. No diabetes tipo 1, os níveis de insulina são muito baixos e, no diabetes tipo 2, os níveis de insulina são muito altos. O sintoma é o mesmo, mas as doenças são essencialmente opostas. Então, como o mesmo tratamento poderia ser benéfico em ambos os casos?

segunda-feira, 29 de maio de 2017

O quero eu mais quero: APROVAÇÃO ou SAÚDE?


Texto original: Júci de Paula


Quando resolvemos mudar hábitos alimentares em prol da nossa saúde podem surgir algumas situações com as quais talvez não estejamos tão preparados para lidar. Elas acontecem na família, no trabalho, numa mesa com conhecidos e vão desde críticas sutis a isolamento e, às vezes, a ter que escolher entre comer o que há na mesa, para “não fazer desfeita”, e/ou manter-se firme na sua decisão e aguentar questionamentos não muito agradáveis. Vivemos em sociedade, somos indivíduos interagindo em diferentes círculos de influências, influenciando e sendo influenciados, aprovando, desaprovando, sofrendo aprovação, desaprovação, o tempo todo, é natural usar referências externas e esperar uma interação, um retorno positivo por parte destas “referências, isto é parte do que nos define como humanos. Quem sou EU, sem os outros para me ajudar a ME definir? Onde realmente começa a JÚCI, na melhor versão dela, SEM a influência de outros? Pois é: NÃO SEI. Mas aprendi que quando o resultado da decisão que eu tomar se mostra no MEU CORPO, opa, ESTE é o MEU limite. Como defini-lo? O truque está em observar-se e notar aquelas ações que executamos, consciente ou inconsciente, SOMENTE para obter esta aprovação, aceitação alheia. É NELAS que mora o perigo, o “ah, não faz esta desfeita... Come, só um pouquinho não faz mal”, o “nunca vi! Até ontem, tava aí, comendo de tudo, agora vem com esta história de que não pode...”, vê, são pressões de pessoas que NÃO estão na SUA pele para sentir o que VOCÊ sente quando come tal alimento, mas a opinião, o selo de aprovação delas continua tendo um certo poder sobre o SEU corpo, sobre aquilo que deveria ser SUA decisão.


Exames laboratoriais em Low Carb - Parte 2 - Insulina em jejum

Low-carb Lab Testing – Part 2 – Fasting Insulin Test
by Amy Berger

Esta é a segunda parte de uma série de artigos que exploram os exames laboratoriais pertinentes para as pessoas que seguem dietas de baixo teor de carboidratos [low carb] e como uma perspectiva ligeiramente diferente é necessária ao interpretar os resultados comparados com os resultados de pessoas que seguem dietas ricas em carboidratos.
No post anterior desta série, analisamos três medidas relacionadas à glicemia: glicemia em jejum, hemoglobina A1c e frutosamina. Partimos dizendo que, embora estes sejam importantes de serem monitorados regularmente, eles oferecem uma visão limitada de um sistema de controle metabólico muito maior. A glicemia, a hemoglobina A1c (HbA1c) e a frutosamina indicam apenas o que está acontecendo com a glicemia. Eles não revelam nada sobre a insulina, que vamos explorar neste post.
Conhecer seus números é um passo importante para quem quer transformar sua saúde. (...)

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Exames laboratoriais em Low Carb - Parte 1 - Testes de glicemia

Low-carb Lab Testing – Part 1 – Blood Sugar Tests
by Amy Berger

Bem-vindo à parte 1 da nossa série sobre exames laboratoriais com dietas de baixo carboidrato [low carb], onde examinaremos as opções comuns de teste de glicose sanguínea e como interpretar e acompanhar os resultados. Nesses posts vamos cavar os exames laboratoriais mais comuns que você vai encontrar em sua viagem low carb. Nosso objetivo é educá-lo sobre o que esses exames significam para que você possa estar melhor informado na medida em que trabalha para otimizar sua saúde. Neste primeiro post, analisamos três testes que podem ser usados ​​para monitorar seus níveis de glicose no sangue. Nas postagens subsequentes, mudaremos o foco para insulina, lipídios, tireóide e outros marcadores que são importantes que os pacientes compreendam.
(...)

Rumo à cura

Towards a Cure – T2D35
by Jason Fung

Respostas de Proteção
Estima-se que mais de 50% dos adultos americanos tenham pré diabetes ou diabetes. Os ciclos gêmeos (hepático e pancreático) não são simplesmente erros metabólicos raros que levam à doença. Essas respostas são quase universais porque servem como mecanismos de proteção.
Proteção? Eu quase posso ouvi-lo ofegar. A resistência à insulina e a disfunção das células beta são protetoras? Sim. Absolutamente. Do que elas nos protegem? O próprio nome dá a pista. A resistência à insulina protege o fígado de muita insulina. Nosso corpo está resistindo a insulina excessiva, que é prejudicial.

sábado, 20 de maio de 2017

Sem Glúten X Sem Grãos

Texto original AQUI. Tradução e Adaptação: Júci de Paula.
Todos nós ouvimos falar sobre comer sem glúten. Isso é necessário? É a “última moda” em dieta? É para todos? E os grãos integrais saudáveis? E o que há de errado com o glúten de qualquer maneira? Porque, com certeza, estamos comendo pão há milhares de anos, certo?
O LIXO SEM GLÚTEN AINDA É LIXO
ENTÃO O QUE É O GLÚTEN?
Glúten é uma das proteínas encontradas no trigo, cevada, centeio e triticale. Ele também pode ser encontrado em maquiagem, medicamentos, doces, sorvetes, molhos, tintas, protetores solares e até mesmo batom. Muitas pessoas têm de evitar o glúten, porque eles têm doença de Crohn, são celíacos ou sofrem de síndrome do intestino irritável. Estas são condições em que o glúten ingerido inflama o intestino. Os sintomas incluem dor, desconforto, inchaço, erupções cutâneas, perda de peso, cólicas no estômago, diarreia e / ou constipação.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Pâncreas gorduroso

Fatty Pancreas – T2D34
by Jason Fung

Pâncreas gorduroso
O frade e filósofo inglês William de Ockham (1287-1347) recebeu o crédito do desenvolvimento do princípio de solução de problema fundamental conhecido como lex parsimoniae ou navalha de Occam. Este princípio sustenta que a hipótese com o menor número de suposições é na maioria das vezes correta. A explicação mais simples é geralmente a mais correta.
Albert Einstein é citado como dizendo “Tudo deve ser feito tão simples quanto possível, mas não mais simples.” Com isso em mente, vamos lembrar que o diabetes tipo 2 reflete dois problemas fundamentais:
1.      Resistência à insulina
2.      Disfunção de células beta
A resistência à insulina, um fenômeno de transbordamento, é causada pela infiltração de gordura no fígado e nos músculos. Sem intervenção dietética, o defeito #2 quase sempre segue #1, embora por muitos anos. Além disso, #2 é quase nunca é encontrado sem #1.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

História Natural da Fase 2

Natural History Phase 2 – T2D 33
by Jason Fung

O Diabetes tipo 2 na verdade acontece em duas fases. A primeira fase, que dura aproximadamente 10 a 15 anos, mostra um lento aumento da resistência à insulina. No entanto, o corpo compensa aumentando os níveis de insulina. Isso mantém a glicose no sangue relativamente normal.
Mas algo de repente muda após aproximadamente uma década de aumento da resistência à insulina. A hiperinsulinemia não pode mais acompanhar o ritmo da resistência à insulina. As células beta pancreáticas, responsáveis ​​pela produção de insulina, não conseguem acompanhar. Como este mecanismo compensatório falha, a glicose no sangue aumenta rapidamente. Leva apenas dois anos ou algo assim antes do diabetes tipo 2 pleno ser diagnosticado.
A produção de células beta atinge o pico e, eventualmente, começa a cair. O declínio progressivo na produção de insulina é muitas vezes chamado de disfunção das células beta ou, por vezes, esgotamento pancreático. Mas o que causou este esgotamento?

domingo, 7 de maio de 2017

NHS desperdiça dezenas de milhares por ano em droga "maravilha"

NHS wasting tens of thousands a year on ‘wonder’ drug for stroke and heart attacks which does not work, experts claim
By Henry Bodkin and Justin Stoneman
Publicado em 6 de maio de 2017


Uma nova droga para o colesterol “extremamente cara” não melhora as chances de sobrevivência no geral para pacientes com doença cardíaca e deve ser retirada de uso, disseram os especialistas.
Uma coalizão de médicos na noite passada pediu que os pacientes sejam informados de que o evolocumab, que foi saudado como “revolucionário”e “melhor do que as estatinas, não faz nada para evitar ataques cardíacos e derrames.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Cirurgia Bariátrica

‘Medical’ Bariatrics – T2D 32
by Jason Fung
Tradução de André Marcanth

O que acontece quando um paciente diabético severamente obeso é submetido a cirurgia de perda de peso (bariátrica)? Se o diabetes tipo 2 for verdadeiramente uma doença progressiva crônica e incurável, então a cirurgia não irá alterar a história natural. De acordo com a sabedoria médica convencional, os diabéticos do tipo 2 de longa duração têm resistência à insulina muito elevada, provocando aumento da secreção de insulina a partir do pâncreas. Com o tempo, o pâncreas “queima” e a produção de insulina cai. Como a insulina cai, não é mais capaz de compensar a resistência à insulina e a glicemia aumenta, desencadeando o diagnóstico de diabetes tipo 2. Uma vez que o pâncreas queima, nada vai revivê-lo, o que significa que o diabetes tipo 2 é destinado a progredir e nada pode mudar isso. Uma vez que esta anormalidade é irreversível, o diabetes deve continuar sem redução apesar da cirurgia bariátrica. Certo?
Na verdade, em praticamente todos os casos, o diabetes tipo 2 desaparece completamente!

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Gordura saturada não entope as artérias - doença arterial coronariana é uma condição inflamatória, risco que pode ser efetivamente reduzido a partir de intervenções de estilo de vida saudável

Saturated fat does not clog the arteries: coronary heart disease is a chronic inflammatory condition, the risk of which can be effectively reduced from healthy lifestyle interventions
by Aseem Malhotra, Rita F Redberg, Pascal Meier

A patogênese e o tratamento da doença arterial coronariana requerem urgentemente uma mudança de paradigma. Apesar da crença popular entre os médicos e o público, o modelo conceitual de gordura saturada dietética entupindo um tubo é simplesmente errada. Uma revisão sistemática das descobertas e uma meta-análise de estudos observacionais não mostraram associação entre o consumo de gordura saturada e (1) mortalidade por todas as causas, (2) doença arterial coronariana (DAC), (3) mortalidade por DAC, (4) acidente vascular cerebral isquêmico ou (5) diabetes tipo 2 em adultos saudáveis.1 Da mesma forma, na prevenção secundária de DAC, não há benefício em reduzir a gordura, incluindo gordura saturada, sobre infartos do miocárdio, mortalidade cardiovascular ou mortalidade por todas as causas.2 É instrutivo observar que em um estudo angiográfico de mulheres pós-menopáusicas com DAC, maior ingestão de gordura saturada foi associada com menor progressão da aterosclerose enquanto que a ingestão de carboidratos e de gorduras poli-insaturadas foram associados com maior progressão.3

terça-feira, 25 de abril de 2017

Reverter diabetes tipo 2 começa por ignorar as diretrizes alimentares

Reversing Type 2 diabetes starts with ignoring the guidelines
By Sarah Hallberg | TEDxPurdueU

A seguir, trago a tradução da excelente palestra Dra. Sarah Hallberg sobre reversão de Diabetes Tipo 2. Essa tradução foi gentilmente cedida a mim para publicação pelo Sr. Pietro Felice Peruzzo.
O vídeo encontra-se no YouTube, neste endereço:


Pode uma pessoa ser “curada” do Diabetes Tipo 2? A Dra. Sarah Hallberg fornece provas convincentes de que ela pode, e a solução é mais simples do que você poderia pensar.

A Dra. Sarah Hallberg é Diretora Médica do Programa de Perda de Peso Medica-mente Supervisionado da IU Health Arnett, um programa que ela criou. Ela é certificada em medicina da obesidade e medicina interna e tem um Mestrado em Fisiologia do Exercício. Ela criou recentemente o que é apenas a segunda rotação não-cirúrgica de perda de peso no país para estudantes de medicina. Seu programa tem excedido consistentemente benchmarks nacionais para a perda do peso, e foi bem sucedido em inverter o diabetes e outras doenças metabólicas. Dr. Hallberg é também co-autora de www.fitteru.us , um blog sobre saúde e bem-estar.
B.S., Cinesiologia e Ciências do Exercício, Illinois State University, 1994
M.S., Kinesiology & Exercise Science, Universidade Estadual de Illinois, 1996
M.D., Universidade Des Moines, 2002

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Jejum e grelina

Fasting and Ghrelin – Fasting 29
by Jason Fung
Tradução de André Marcanth

A grelina é o chamado hormônio da fome. Foi purificado a partir de estômago de rato em 1999 e subsequentemente clonado. Ele se liga ao receptor secretagogo do hormônio de crescimento (GH - growth hormone), que estimula fortemente o GH. Assim, para todos vocês que pensaram que comer faz ganhar tecido magro, é realmente o oposto. Nada desliga o GH como a comida. Naturalmente, o alimento fornece os nutrientes necessários para crescer, assim que na verdade, você precisa de ambos os ciclos de alimentação e jejum para crescer adequadamente. Nem toda a alimentação, nem todo o jejum. A vida está no equilíbrio dos dois. O ciclo da vida é banquete e jejum.
Também foi descoberto que a Grelina aumenta o apetite e ganho de peso. Ela também antagoniza o efeito da leptina (pelo menos nos ratos). A leptina, como você deve se lembrar, é o hormônio produzido por células de gordura que desliga o apetite e nos faz parar de comer. A grelina gera apetite. Então, se você quiser perder peso a longo prazo, você precisa ajustar a grelina.
Então, como fazer isso? Como discutimos na semana passada, comer o tempo todo parece como se isso fosse desligar a fome e a grelina. Mas isso é muito simplista. Surpreendentemente, a resposta é o oposto - o jejum.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Porque você está sempre com fome?

Why you’re always hungry – Fasting 28
by Jason Fung

Você vive com fome? Todos nós pensamos que comer mais vai evitar a fome, mas isso é realmente verdade? Este é o que está por trás do conselho para comer 6 ou 7 vezes por dia. Se você pode evitar a fome, então você pode ser capaz de fazer melhores escolhas alimentares, ou comer menos. A princípio, parece bastante razoável. No entanto, a princípio, o paradigma de Calorias que Entram Calorias que Saem também parece bastante razoável. Como o ouro do tolo, as aparências podem enganar, e nós devemos cavar mais profundamente para apreciar a verdade, se não nós somos os tolos. Então, vamos pensar um pouco mais nisso.
O conselho para comer o tempo todo a fim de evitar a fome assume que comer um pouco vai evitar a fome. Há alguma evidência de que isso seja verdade? Isso responderia com um grande “não”. Alguém inventou isso, e tem sido repetido tantas vezes que as pessoas assumem que é verdade. Na maior parte, tem sido promovido pesadamente pela indústria alimentícia dos petiscos para certificar-se de que a população continua a comprar seus produtos.
Vamos considerar algumas situações análogas. Suponha que você precise urinar. O que é mais fácil?
1.      Apenas segurar até encontrar o tempo/lugar certo.
2.      Fazer apenas uma pequena quantidade de xixi e, então, parar voluntariamente. Fazer isso repetidamente ao longo do dia.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

A proteína é importante na dieta cetogênica?

Is Protein in Keto important?
by Simon (Ketoisland.com)
Publicado em 23 de fevereiro de 2017



A proteína é um macronutriente essencial e vem da palavra grega Proteos, que significa O mais importante. Tudo em seu corpo é feito a partir de proteína, desde o seu cabelo, ossos, órgãos, pele; Mesmo hormônios peptídicos são feitos de proteína.
Muitas pessoas acreditam que uma dieta cetogênica é uma dieta rica em proteínas. Este é um mito, uma dieta cetogênica equilibra um nível moderado de proteína com baixo carboidrato e é rica em gorduras saudáveis.
Muitas pessoas também acreditam que o excesso de proteína apenas se transforma em açúcar no corpo. Este é também um mito, uma vez que depende muito do contexto. Vemos pessoas usando a palavra ALTA proteína para alimentar o medo nos outros, sem ao menos definir o que alta proteína é:

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Entendendo melhor o início das doenças do coração e das artérias

Há muito sabemos que o colesterol, por si só, não é a maior ameaça às artérias do nosso corpo. O colesterol é como se fosse uma “argamassa” utilizada pelo corpo para “fechar as rachaduras” das artérias (lesões causadas nas artérias que geram inflamação).
Abaixo reproduzo trechos do livro “Você – Manual do Proprietário (Michael Roizen e Mehmet Oz) e uma imagem do livro que ilustra isso. O texto não é direcionado a médicos ou estudantes, pelo contrário, ele é voltado para o público leigo e explica de maneira simples e didática, para o público comum, como ocorrem os danos nas artérias do coração. Lembro, no entanto, que esse livro foi publicado há mais de 10 anos atrás e pode estar desatualizado em relação a alguns aspectos técnicos.
No capítulo 2 do livro, os autores tratam do coração e das artérias. E eles discutem 3 mitos relacionados a isso. O segundo mito é: “A maior ameaça às artérias é o colesterol”. E porque é um mito? As explicações trazidas ao longo do capítulo levam à compreensão de como isso está equivocado, o que eles chamam de “destruidor de mitos”.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Eu não estou “fazendo dieta”

Texto original de Lissandra Bischoff

Ás vezes as pessoas me perguntam se eu ainda estou “fazendo dieta”. Mas o que isso significa, afinal?



Se você olhar na Wikipédia, diz lá que “Dieta refere-se aos hábitos alimentares individuais. Cada pessoa tem uma dieta específica.”
Adorei essa definição! Cada pessoa tem uma dieta específica. É isso! Meus hábitos alimentares individuais são a minha “dieta”.
As pessoas costumam ter uma ideia equivocada a respeito disso, de que dieta é uma intervenção alimentar que se faz quando quer perder peso. Com esse conceito distorcido, a pessoa acredita que vai “fazer uma dieta” por um tempo determinado, perder todo o peso que deseja e depois voltar a comer tudo que comia antes. E esse é o grande erro!

quarta-feira, 5 de abril de 2017

A evidência para a restrição calórica

The Evidence for Caloric Restriction
by Jason Fung

Há muitas pessoas, altamente educadas e que se acham inteligentes, que dizem que todas as dietas se reduzem a calorias. Assim, qualquer dieta que funciona automaticamente se resume a cortar calorias. Parece ser uma posição de recuo de muitos acadêmicos e pesquisadores e outros que tendem a não viver no mundo real. Eles dizem “esta dieta (Paleo, Baixo Carb, Whole Food, etc.) funciona porque cria um ‘déficit calórico’”. Ou seja, reduzir as calorias que você come criará um déficit calórico. Eles muitas vezes invocam a antiga regra Calorias que Entram, Calorias que Saem.
Mudança na gordura corporal = Calorias que Entram – Calorias que Saem. Sim. Isso é verdade. Isto é, naturalmente, análogo ao estádio lotado. Mudança na multidão do estádio = Pessoas que Entram – Pessoas que Saem. Mas e daí? Quem se importa?

terça-feira, 4 de abril de 2017

Onde encontrar a informação a respeito da quantidade de carboidratos que cada alimento possui?

Texto original de Lissandra Bischoff e Júci de Paula

Fequentemente recebemos perguntas no grupo do Facebook a respeito do que “pode” ou “não pode” ser consumido numa alimentação Low Carb (em função da quantidade carboidratos que cada alimento possui). Então hoje vamos falar sobre como saber a quantidade de carboidratos de um alimento.
Cabe ressaltar que pra quem busca emagrecer COM SAÚDE, o melhor é aliar uma alimentação Low Carb COM COMIDA DE VERDADE. E porque “com comida de verdade”? Porque uma alimentação Low Carb não é necessariamente feita com comida de verdade (como propõe uma dieta Paleo/Primal, por exemplo), sem produtos industrializados...
Conforme explica o dr. Souto no texto do link abaixo, “na dieta lowcarb, o que conta é apenas a QUANTIDADE de carboidratos (quantas gramas) se consome por dia, e não a sua QUALIDADE”. No entanto, na busca pela saúde, as duas variáveis devem ser consideradas ao mesmo tempo.

domingo, 2 de abril de 2017

O Plano de Teste de 7 Dias de Carboidratos de Robb Wolf

Nessa semana que passou eu traduzi um texto que falava sobre o novo livro de Robb Wolf (Wired To Eat) e seu Teste de 7 Dias de Carboidratos (veja AQUI). O texto chamou bastante atenção e despertou o interesse de algumas pessoas em saber detalhes sobre este teste.
Eu comprei o livro do Robb, que eu estou lendo ainda. Recomendo o livro. Achei muito interessante! Na minha visão, esse trabalho de Robb é bem relevante, uma vez que faz repensar o paradigma vigente do “índice glicêmico”, pois mostra que o índice glicêmico de um alimento (o quanto esse alimento faz aumentar o nível de glicose no sangue) depende da pessoa que o está consumindo e pode variar bastante de uma pessoa para outra.
Resolvi traduzir pra você parte do capítulo 12, que explica com mais detalhes esse teste proposto por ele.
Segue abaixo a tradução. Todos os trechos em vermelho são comentários meus.

A orientação geral de “comer alimentos naturais e não processados” será sempre valiosa. No entanto, (...) há grandes diferenças na forma como diferentes pessoas respondem a diversas quantidades e tipos de carboidratos e alimentos em geral. Você responde bem ao arroz? Bananas? Feijões? Sem testar esses alimentos, precisamos confiar em medidas subjetivas, como, por exemplo, como nos sentimos entre as refeições para ter uma noção de como vários alimentos nos afetam. A fim de realmente criar um plano de nutrição pessoal (e fugir das dietas de “tamanho único que serve para todos” - one-sizefits-all), precisamos levar nossa alimentação para o próximo nível. Isso nos permitirá potencialmente encontrar maior amplitude no que podemos comer e ainda ficarmos magros e saudáveis. (...), vamos aprender a encontrar nossa ingestão de carboidrato ideal. Podemos conseguir isso através do Teste de 7 Dias de Carboidratos. Antes de centrarmos nos detalhes desse processo, eu quero falar sobre uma cláusula de resguardo pessoal.

sábado, 1 de abril de 2017

Prevenir a Doença de Alzheimer é mais fácil do que você pensa

Preventing Alzheimer’s Disease Is Easier Than You Think
by Georgia Ede
Tradução de: André Marcanth

Você tem Resistência à Insulina?



Se você não sabe, você não está sozinho. Esta é talvez a pergunta mais importante que qualquer um de nós pode fazer sobre nossa saúde física e mental - contudo, a maioria dos pacientes, e até muitos médicos, não sabem como respondê-la.
Aqui, nos EUA, a resistência à insulina atingiu proporções epidêmicas: mais da metade de nós são agora resistentes à insulina. A resistência à insulina é uma condição hormonal que define o estágio em todo o corpo para a inflamação e supercrescimento, destrói o colesterol normal e metabolismo de gordura e, gradualmente, destrói a nossa capacidade de processar carboidratos.
A resistência à insulina nos coloca em alto risco para muitas doenças indesejáveis, incluindo obesidade, doenças cardíacas, câncer e diabetes tipo 2.
Mais assustador ainda, os pesquisadores agora entendem que a resistência à insulina é uma poderosa força no desenvolvimento da doença de Alzheimer.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Escolha seus carboidratos corretamente

Play yours carbs right
by Kara Dolman

Três leitores da Sun fizeram testes para descobrir quais carboidratos podem comer com segurança e quais devem ser evitados
Descobrir nossos níveis individuais de glicose sanguínea depois de comer determinados carboidratos pode ser o segredo para ficar magro

Você gostaria de poder encher a barriga com massas, arroz e batatas e ainda ficar magro e bonito?
De acordo com um novo livro, você pode - mas o segredo para comer bem está em seu DNA.


 Três leitores da Sun fizeram um teste para descobrir quais carboidratos podem comer sem engordar

quarta-feira, 29 de março de 2017

Prevenção e reversão do diabetes tipo 2

Diabetes prevention and Reversal – T2D31
by Jason Fung

Associações de diabetes repetidamente contam a história de que o diabetes tipo 2 é uma doença crônica e progressiva. É inevitável, como envelhecer. Por mais que quiséssemos parar o processo, é impossível. Não há esperança de mudar seu curso. Ele não pode ser prevenido e não pode ser revertido. Mas vários estudos e o senso comum mostram conclusivamente que essa afirmação é falsa. É apenas um engano cuidadosamente elaborado.
Em 1986, a Organização Mundial da Saúde ajudou a financiar o Estudo de Resultados da Prevenção do Diabetes da China Da Qing, um estudo controlado randomizado de intervenções de estilo de vida que duraram mais de vinte anos. Durante os primeiros seis anos de intervenção ativa de dieta e exercício, a incidência de diabetes foi reduzida em 43%. Este benefício persistiu durante o período prolongado de acompanhamento de vinte anos. O início do diabetes tipo 2 tinha sido adiado em média 3,6 anos com dieta e exercício.
Estudos controlados randomizados similares sobre intervenções de estilo de vida mostraram exatamente o mesmo benefício em todo o mundo. Nos Estados Unidos, o Programa de Prevenção do Diabetes reduziu a incidência de diabetes tipo 2 em 58%, mantendo uma perda de peso média de 5% ao longo de 4,8 anos. Dez anos de acompanhamento continuou a mostrar um benefício substancial de 34%. O Programa Indiano de Prevenção do Diabetes usou modificações no estilo de vida para reduzir a incidência de diabetes tipo 2 em quase 30%. O Programa Finlandês de Prevenção do Diabetes registou uma redução de 58%. Um estudo japonês foi capaz de reduzir a progressão em 67%.

terça-feira, 28 de março de 2017

Batata yacon e a resistência à insulina


Texto original de Lissandra Bischoff

Ultimamente tenho visto muitas manchetes na mídia sobre a batata Yacon e seu efeito no controle da glicemia, tratamento de diabetes, redução dos níveis de insulina, etc., como por exemplo alguns trechos citados abaixo:
“Apelidada popularmente de ‘insulina natural’, a batata yacon ganhou destaque depois que pesquisadores da Universidade de Fukushima, no Japão, encontraram nela uma substância semelhante à insulina, capaz de reduzir as taxas de glicose no sangue. Esses estudos concluíram que o tubérculo, originário dos Andes, pode contribuir no tratamento de diabetes.”
“Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade de Franca (UNIFRAN), em São Paulo, afirma que o consumo diário da batata yacon pode ajudar no controle da glicemia em portadores de diabetes tipo 2.”
“O chá de yacon é feito a partir das folhas da planta Smallanthus sonchifolius. Esta planta é originária da Cordilheira dos Andes, é a mesma planta que dá origem a batata yacon utilizada principalmente para o tratamento de diabetes. O chá de yacon também é utilizado para o mesmo objetivo: tratamento da diabetes e também para colesterol e para emagrecer.”

Assim, resolvi pesquisar para ver o que os estudos científicos dizem a respeito disso.

quarta-feira, 22 de março de 2017

10 sinais que você tem supercrescimento de Cândida e como eliminá-lo

Neste post teremos 2 textos em sequência de Amy Myers falando sobre os problemas de supercrescimento de cândida.

10 Signs You Have Candida Overgrowth & How to Eliminate It
by Amy Myers


Supercrescimento de Cândida [Candida albicans] é uma das condições mais comuns que eu vejo na minha clínica, especialmente entre os meus pacientes autoimunes. Eu vi milhares de pacientes sofrendo de problemas digestivos, fadiga, nevoeiro mental, infecções fúngicas recorrentes, problemas de pele, alterações de humor e muito mais, todos causados ​​por supercrescimento de Cândida!
Eu também vi a transformação incrível que eles experimentam combatendo esse fungo. Eu testemunhei a energia e o retorno da vitalidade, a clareza mental restaurada, e os sintomas crônicos desaparecerem.
Você pode estar se perguntando: “O que diabos é Cândida?” Cândida é um fungo, que é uma forma de levedura, uma quantidade muito pequena da qual vive em sua boca e intestinos. Seu trabalho é ajudar com a digestão e absorção de nutrientes, mas quando ocorre superprodução ela rompe a parede do intestino e penetra na corrente sanguínea, liberando subprodutos tóxicos em seu corpo e causando permeabilidade intestinal [leaky gut]. Isso pode levar a muitos problemas de saúde diferentes, desde problemas digestivos até a depressão.