sexta-feira, 29 de julho de 2016

Porque dietas não funcionam a longo prazo - Calorias Parte VII

Why Diets Don’t Work in the Long Term – Calories Part VII
by Jason Fung

Nós exploramos a adaptação do organismo a redução de calorias e a redução de peso e vimos como o corpo age mais como um termostato do que como uma balança. O corpo age como se tivesse um ajuste de peso corporal (Body Set Weight - BSW) e esforça-se vigorosamente para defender esse peso contra o aumento ou diminuição do mesmo.
Mas quanto tempo essas adaptações duram? Se nós mantivermos um certo peso corporal, nosso corpo, eventualmente, irá reconhecer isso como um novo BSW? Certamente, à primeira vista, esta parece ser uma suposição razoável. Mas é verdade?

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Obesidade é protetora?

Obesity is protective?
by Jason Fung

A obesidade não é amplamente considerada um mecanismo de proteção. Muito pelo contrário. É geralmente considerada um dos fatores causais da síndrome metabólica e da resistência à insulina. Eu penso que a obesidade é um marcador de doença, mas em última análise, serve para proteger o corpo contra os efeitos da hiperinsulinemia. Deixe-me explicar.
Gina Kolata, uma jornalista do New York Times escreveu um artigo recente, muito interessante chamado “Magra e 54 quilos, mas com os marcadores de saúde da obesidade” (‘Skinny and119 Pounds but with the health Hallmarks of Obesity’). Neste artigo, descreve Claire Johnson, uma paciente com um caso raro de lipodistrofia, uma desordem genética caracterizada pela falta de gordura. Ela era magra, mas estava sempre faminta e nunca ficava gorda, porque não tinha células de gordura.

Como a redução calórica destrói seu metabolismo - Calorias Parte VI

How Caloric Reduction Wrecks your Metabolism – Calories Part VI
by Jason Fung

Em posts anteriores, nós analisamos como comer menos não resulta em perda de peso permanente. Nos estudos clássicos de redução calórica o resultado foi uma taxa metabólica ou Gasto Energético Total (GET) significativamente reduzido.
Vamos agora avançar para a era moderna, e olhar para este estudo publicado no prestigiado New England Journal of Medicine.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

A biologia da fome - Calorias Parte V

The Biology of Starvation – Calories Part V
by Jason Fung

Teoria Convencional da Obesidade

Então, aqui está a nossa visão convencional da obesidade. Comer demais faz você engordar. Comer menos deveria causar perda de peso. No entanto, como vimos na última seção (parte IV), as coisas não são tão simples. Em 1917, experimentos mostraram que a redução de calorias reduziu severamente o Gasto Energético Total (GET), o que tende a limitar a perda de peso.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Porque redução calórica não funciona - Calorias Parte IV

Why Caloric Reduction Doesn’t Work – Calories Part IV
by Jason Fung

Esta é uma continuação de Calorias parte III. Você pode começar aqui com a parteI e parte II. Nós estávamos discutindo os pressupostos da redução calórica como modelo primário...
Pressuposto#4 O estoque de gordura são essencialmente não regulamentado

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Principais pressupostos - Calorias Parte III

Key Assumptions – Calories Part III
by Jason Fung

Clique aqui para Calorias Parte I e Parte II. Aqui está o que nós convencionalmente pensamos sobre obesidade.
A teoria convencional da Obesidade

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Como Kevin Hall tentou matar a hipótese da insulina com pura distorção

Here’s $5, Kevin Hall, go buy yourself a clue
by Jason Fung

Kevin Hall, o pesquisador sênior do NIH (National Intitute of Diabetes) recentemente publicou um artigo no AJCN (American Journal of Clinical Nutrition) que tem recebido muita atenção da mídia. Este estudo, segundo ele, refuta a hipótese da insulina de forma tão completa que ela agora está “morta”. Isso é interessante, pensei, quando me sentei para ler o artigo.

Uma caloria é uma caloria – Parte II

A calorie is a calorie – Part II
by Jason Fung

Esta é a continuação da nossa discussão sobre calorias - clique aqui para Calorias Parte I.
Uma caloria é uma caloria. Isto é obviamente verdadeiro. Assim como um cão é um cão, um dólar é um dólar, ou uma mesa é uma mesa. Há muitos tipos diferentes de cães e mesas, mas a simples declaração de que um cão é um cão é verdade.
Todas as calorias têm a mesma propensão a causar ganho de peso?

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Como ganhamos peso? – Calorias Parte I

A partir de hoje teremos a tradução da série de posts do Dr. Jason Fung sobre OBESIDADE (e sua relação com a resistência à insulina).
O Dr. Jason Fung é autor do livro The Obesity Code: Unlocking the Secrets of Weight Loss (https://www.amazon.com.br/Obesity-Code-Unlocking-Secrets-Weight-ebook/dp/B01C6D0LCK/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1465413172&sr=8-1&keywords=obesity+code) e do site Intensive Dietary Management (https://intensivedietarymanagement.com/) 

Eu cresci em Toronto, Ontário, Canadá. Eu fui para a Universidade de Toronto aos 17 anos para iniciar os estudos em Bioquímica. Aos 23, eu terminei a faculdade de medicina na Universidade de Toronto, e comecei a minha residência médica lá.

RESISTÊNCIA À INSULINA: O que aprendemos até agora?



- O que é a resistência à insulina e como ela está associada à Síndrome Metabólica – Post 4

- Que a insulina é um hormônio hipoglicemiante (baixa o nível de glicose no sangue após as refeições), mas é também um regulador chave do metabolismo energético, e é um dos hormônios fundamentais que promovem a acumulação e o armazenamento de gordura no corpo – Post 5

- Como desenvolvemos resistência à insulina – Post 6

- A relação direta entre resistência à insulina e o diabetes – Post7

Como saber se eu tenho resistência à insulina?

Os trechos citados a seguir (em azul) foram extraídos de um texto publicado por Sérgio Veloso em seu site – Fat New World (http://www.fat-new-world.com/2015/11/resistencia-insulina-como-avaliar.html)

Resistência à insulina: como avaliar?

(...)
A glicemia em jejum não é um bom indicador da sensibilidade à insulina e pode ser afetado por vários fatores alheios à homeostase glicêmica. Não é um bom indicador a tolerância periférica aos carboidratos, sendo mais sensível a uma disfunção do metabolismo insulino-dependente no fígado (...) e sinal de um estádio mais avançado de resistência à insulina. (...)
Poderíamos agrupar os testes de sensibilidade à insulina e tolerância aos carboidratos em 2 tipos:
         1.       Parâmetros derivados de testes estáticos: insulina em jejum, índices derivados de parâmetros basais (ex: HOMA-IR e QUICKI)
         2.       Parâmetros derivados de testes dinâmicos – PTGO

terça-feira, 19 de julho de 2016

Filhos REVERTERAM o diabetes do pai


Esses filhos REVERTERAM o diabetes do pai, fazendo-o cortar massas e pão. Então porque é que o NHS [National Health Service – Serviço nacional de Saúde] aconselha o completo oposto?


• Geoff Whitington lutou com o diabetes tipo 2 durante mais de 10 anos

• O pai de 62 anos estava acima do peso e corria o risco de uma possível amputação da perna

• Devastados por sua falta de vontade de viver, seus filhos Ian e Anthony entraram em ação

Por Tanith Carey para o Daily Mail



Insulina em jejum – O que é normal?


Nesse post falamos sobre o Teste de Kraft para diagnóstico de Diabetes. Conforme abordado no texto, é o único teste que diagnostica adequadamente a doença de “hiperinsulinemia” do diabetes. Kraft testou 14.384 pessoas dessa forma ao longo de 30 anos.

No post anterior falamos sobre o nível de glicose em jejum “normal”. E agora, neste post, continuaremos falando do estudo de Kraft, agora para tentar responder à pergunta: qual é o nível de insulina em jejum “normal”?

Glicose em jejum – O que é normal?


No post anterior falamos sobre o Teste de Kraft para diagnóstico de Diabetes. Conforme abordado no texto, é o único teste que diagnostica adequadamente a doença de “hiperinsulinemia” do diabetes. Kraft testou 14.384 pessoas dessa forma ao longo de 30 anos.

Nesse post continuaremos falando desse estudo de Kraft para tentar responder à pergunta: qual é o nível de glicose em jejum “normal”?

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Teste de Kraft para diagnóstico de Diabetes






“O Dr. Joseph R. Kraft desenvolveu e validou o teste final (e mais precoce) de diabetes nos anos 70. Sua pesquisa pessoal e excepcional experiência como patologista ao longo da vida o habilitou a conectar a grande maioria das doenças modernas do coração ao diabetes não diagnosticado. Kraft atingiu a idade de 95 anos em agosto de 2015, logo após eu e o Dr. Jeffry Gerber conduzirmos essa entrevista. Seu legado deve ser enorme – mas não tem sido reconhecido até agora. Por favor compartilhe o mais amplamente possível a fim de corrigir essa injusta de categoria; você também estará ajudando o mundo a entender como o Diabetes Tipo 2 pode ser APROPRIADAMENTE diagnosticado e resolvido. Com a diagnóstico precoce de Kraft, e a constatação emergente que o diabetes pode ser prevenido por meios específicos de dieta, nós podemos salvar milhões de morte cardíaca desnecessária.”

(Ivor Cummins)

terça-feira, 12 de julho de 2016

Como uma gestão incorreta da dieta faz do diabetes uma doença progressiva


How Incorrect Dietary Management Cause Diabetes to Be a Progressive Disease

by Professor Tim Noakes


Este post do professor Tim Noakes foi inicialmente publicado na Fundação Noakes.


Meu interesse na gestão da dieta de diabetes resulta de assistir a decadência física rápida de meu pai nos anos depois que ele foi diagnosticado com diabetes mellitus tipo 2 (DM2); o meu próprio diagnóstico de DM2; e minha leitura da literatura “alternativa” que me convence de que DM2 não tem que ser uma doença inevitavelmente progressiva.

Minha conclusão é que ao contrário do meu pai, não é o meu destino pré-determinado morrer da via comum final em DM2 fatal - doença arterial obstrutiva disseminada. Mas para conseguir isso vou ter que ignorar o que me foi ensinado e que, por sua vez, tenho repassado para 2 gerações de estudantes.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Como reverter diabetes tipo 2 - O Guia de Início Rápido


How to Reverse Type 2 Diabetes, The Quick Start Guide

by Jason Fung

Como reverter diabetes tipo 2 - O Guia de Início Rápido

Vinte anos atrás, quando você comprava um novo e brilhante aparelho de videocassete (VCR), você também recebia um espesso manual de instruções. Leia isso cuidadosamente antes de começar, o fabricante implorava. Havia procedimentos de configuração e guias de solução de problemas detalhados.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Resistência à insulina e hipertensão arterial


How Fat Lowers Your Blood Pressure (Como a gordura reduz a pressão arterial)

by Adam Nally


A hipertensão (pressão sanguínea elevada) é um dos sintomas da tríade da síndrome metabólica.  A maior parte da hipertensão que eu vejo clinicamente é impulsionada pela resistência à insulina como causa subjacente.  Eu vejo esse problema na grande maioria das pessoas no meu consultório e eu estou vendo as pessoas cada vez mais jovens aparecerem com a pressão arterial aumentando continuamente.