sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Carga de insulina - a coisa mais importante desde a contagem de carboidratos?

INSULIN LOAD… THE GREATEST THING SINCE CARB COUNTING?
by Marty Kendall

Tradução e adaptação de Lissandra Bischoff
Colaboração especial de Raquel Benati - site http://www.riosemgluten.com/  (criação e imagens e tabelas complementares em português)


Em artigos anteriores, eu expus a ideia da carga de insulina [1] [2], que é semelhante à contagem de carboidratos, mas também leva em conta o efeito da proteína, das fibras e da frutose.
Carga de insulina = carboidratos totais - fibras + 0,56 x proteína

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

EVENTO INÉDITO EM BRASÍLIA

ALIMENTAÇÃO NA RESISTÊNCIA À INSULINA E EMAGRECIMENTO – FACILITANDO AS MUDANÇAS

Que tal um evento presencial onde você vai poder estar comigo e debater os principais assuntos que são apresentados aqui na página Resistência à insulina?
Que tal aprender mais sobre o seu corpo, sua saúde e sua alimentação?
Que tal começar a dar o primeiro passo em direção à mudança agora mesmo?
Sim, você pode!

Evento inédito. Em Brasília – no dia 18 de novembro de 2017.


Conteúdo:

Abertura – Dr. Erik Neves
· Um contexto histórico e as bases científicas dos estilos alimentares Paleo/low carb

Lissandra Bischoff – POR QUE uma alimentação low carb pode ser interessante pra você?
· Entendendo a resistência à insulina e o aumento de peso
· Descobri que tenho resistência à insulina, o que eu faço agora?

Mônica Souza – Eu decidi mudar. COMO fazer?
· Como mudar, decisões e atitudes
· Como se organizar para comer melhor
· Cozinhando mais em casa sem fazer disso um problema

Data: 18/11/2017  Horário: 9h às 17h30

Local: Plano Piloto (a decidir)

Investimento:

Até 31/10: R$ 160,00
A partir de 01/11: R$ 200,00

Ficou interessado? Então acesse e faça a sua inscrição:



terça-feira, 3 de outubro de 2017

Dieta vegana versus cetogênica para diabetes (versão reduzida)

VEGAN VS KETO FOR DIABETES… WHICH IS ONE OPTIMAL?
by Marty Kendall


Aqui você encontra o texto reduzido. Para o texto completo, clique aqui.

Recentemente assisti ao Mastering Diabetes teleseminar on ketogenic diets com grandes esperanças de pegar algumas joias de sabedoria das estrelas em ascensão na comunidade diabética à base de plantas.

Infelizmente, fiquei desapontado com o que ouvi.
Eu compartilhei minha frustração no Facebook.

Dieta vegana versus cetogênica para diabetes... qual é a ideal?

VEGAN VS KETO FOR DIABETES… WHICH IS ONE OPTIMAL?
by Marty Kendall


Aqui você encontra o texto completo. Para o texto reduzido, clique aqui.

Recentemente assisti ao Mastering Diabetes teleseminar on ketogenic diets com grandes esperanças de pegar algumas joias de sabedoria das estrelas em ascensão na comunidade diabética à base de plantas.

Infelizmente, fiquei desapontado com o que ouvi.
Eu compartilhei minha frustração no Facebook.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Diabetes - uma doença de intolerância à glicose

Diabetes – A Disease of Glucose Intolerance
by Kelley Pounds

Eu sou uma pessoa curiosa. Você pode muitas vezes encontrar eu me perguntando “por quê?” Eu questiono a maneira como as coisas estão sendo feitas e me pergunto se é o caminho certo, ou se há uma maneira melhor. Mesmo quando eu encontro a melhor maneira (para mim), e provo isso para mim mesma, às vezes tenho que reafirmar isso periodicamente para mim mesma.
Depois de alguns anos com um A1c [hemoglobina glicada] em torno de 5.0, meu médico me disse que estava removendo o diabetes da minha lista de diagnósticos (isso foi há alguns anos atrás). Ele disse “você não é diabética”. Eu sei que isso não é verdade (como você verá em breve), mas significa apenas que eu vivo dentro da minha tolerância a carboidratos, e isso faz com que PAREÇA que eu não sou [diabética]. No entanto, eu disse que estava bem com isso, mas ainda queria um exame de A1c duas vezes por ano.

sábado, 23 de setembro de 2017

Guia rápido para o Transporte Reverso de Colesterol

A SHORT GUIDE TO REVERSE CHOLESTEROL TRANSPORT
by Prof Grant Schofield

O colesterol é uma molécula requerida por cada célula do corpo em quantidades bastante elevadas. Pode ser facilmente sintetizado por estas células, ou absorvido pelo LDL e outras lipoproteínas ApoB, mas não pode ser quebrado. O colesterol não é solúvel na água e, portanto, deve ser transportado pelo sangue nas partículas de lipoproteínas. Quando o colesterol produzido ou absorvido pelas células do corpo torna-se excedente em relação ao que é necessário, ele é extraído pelo HDL (lipoproteínas ApoA1) e transportado para o fígado para eliminação como ácidos e sais biliares (a maior parte deste colesterol é reabsorvido e reciclado, mas há também uma quantidade variável perdida em fezes). Transporte reverso de colesterol (TRC) é o termo utilizado para esta extração do colesterol desnecessário. Aqui descrevemos uma versão simplificada do transporte reverso de colesterol, como isso foi modificado por uma nova pesquisa sobre HDL, e explicamos o efeito no TRC de aumentar ou diminuir a insulina e a sensibilidade à insulina.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Entendendo como se desenvolve o Diabetes Tipo 2

Diabetes tipo 2 é uma doença muita grave, que causa vários problemas ao corpo (http://www.resistencia-insulina.com.br/2016/10/danos-orgaos-diabetes-tipo-2.html). Normalmente o diagnóstico de Diabetes tipo 2 é dado quando a glicemia em jejum ultrapassa 126 mg/dL. No entanto, a elevação da glicemia a esse nível é A ÚLTIMA COISA QUE ACONTECE. Quando isso acontece é porque a DOENÇA JÁ ESTÁ INSTALADA HÁ MUITO TEMPO e já causou muitos danos (http://www.saudesubversiva.com.br/2016/02/14/kraft-o-pai-da-curva-insulinemica/)
Mas como se desenvolve o Diabetes tipo 2? O que acontece antes da glicemia em jejum atingir esse “número mágico” de 126 mg/dL? É importante entender isso para fazer algo a respeito o quanto antes.
Por isso eu fiz um resumo de alguns textos do dr. Jason Fung para tentar esclarecer isso um pouco melhor. Abaixo de cada trecho tem a referência ao texto original completo, pra quem quiser ler na íntegra.
Os trechos em cor de vinho foram escritos por mim.

O Diabetes tipo 2 na verdade acontece em duas fases. A primeira fase, que dura aproximadamente 10 a 15 anos, mostra um lento aumento da resistência à insulina. No entanto, o corpo compensa aumentando os níveis de insulina. Isso mantém a glicose no sangue relativamente normal.
Mas algo de repente muda após aproximadamente uma década de aumento da resistência à insulina. A hiperinsulinemia não pode mais acompanhar o ritmo da resistência à insulina. As células beta pancreáticas, responsáveis ​​pela produção de insulina, não conseguem acompanhar. Como este mecanismo compensatório falha, a glicose no sangue aumenta rapidamente. Leva apenas dois anos ou algo assim antes do diabetes tipo 2 pleno ser diagnosticado.
A produção de células beta atinge o pico e, eventualmente, começa a cair. O declínio progressivo na produção de insulina é muitas vezes chamado de disfunção das células beta ou, por vezes, esgotamento pancreático. (...)